Folhas, sementes, galhos e cascas de árvore coletados ao acaso durante caminhadas, seja pelos elegantes parques de Nova York e Oslo, seja pelas ruas da City Lapa ou pelas modestas trilhas da Serra do Japi, no interior de São Paulo, são como tesouros que Kátia Stringueto guarda com cuidado e amor. Enquanto decoram o ateliê, trazem a atmosfera bucólica e ainda atuam no inconsciente da profissional impregnando de formas, texturas e sentidos seu processo criativo. São referências de longa duração. Atraem quando chegam, frescas e orvalhadas, e nos dias e meses seguintes, já com as marcas da passagem do tempo sobre elas.