Kátia Stringueto é uma joalheira que veio do jornalismo. Depois de atuar em jornais e revistas cobrindo as áreas de saúde, bem-estar e estilo de vida foi a vez de contar sua percepção da alma humana por meio dos metais.
A coleção PANC (sigla para plantas alimentares não convencionais) é o resultado de um interesse constante pela beleza que existe fora dos padrões. Seu desejo é atrair a atenção para o pouco visto, pouco reconhecido e pouco ou nada glamurizado. Trevos, taiobas, malvaviscos, peixinhos da horta e outras espécies populares ganham assim um status de permanência na interpretação de cobre, prata e ouro.
Mas nem só a flora emociona a joalheira. Sua pesquisa busca a vibração que faz pulsar do imperfeito. Daí as peças assumidamente irregulares e inusitadas. Atualmente, Kátia trabalha em seu ateliê na City Lapa, em um espaço com jabuticabeiras, mamoeiros, horta e uma revigorante colaboração das PANC.